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	<title>DDS Industrial</title>
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	<title>DDS Industrial</title>
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		<title>União Europeia amplia participação nas compras de café do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há expectativa no setor que o acordo Mercosul-UE, que entrou em vigor neste mês, possa beneficiar os exportadores brasileiros do grão A União Europeia ampliou sua participação nas compras de café do Brasil no acumulado de janeiro a abril. E essa participação pode ter um novo impulso com a entrada da safra de café arábica, [&#8230;]]]></description>
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<p>Há expectativa no setor que o acordo Mercosul-UE, que entrou em vigor neste mês, possa beneficiar os exportadores brasileiros do grão</p>



<p>A União Europeia ampliou sua participação nas compras de café do Brasil no acumulado de janeiro a abril. E essa participação pode ter um novo impulso com a entrada da safra de café arábica, cuja colheita ganha força em julho, de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).</p>



<p>No acumulado de janeiro a abril, os embarques para a União Europeia somaram 5,48 milhões de sacas de 60 quilos. O volume representou uma queda de 6,6% em relação ao primeiro quadrimestre de 2025, queda associada à pouca disponibilidade de café. Ainda assim, o bloco respondeu por 47,1% dos embarques brasileiros do grão, contra 42,4% no mesmo período de 2025.</p>



<p><strong>Por </strong>Cibelle Bouças<strong>— Belo Horizonte</strong></p>



<p>Fonte: Globo Rural (12/05/2026)</p>
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		<title>Grão multifuncional: feijão-de-porco ganha espaço no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[De baixo custo e alta resistência, o cultivo se adapta a diversos solos e climas e amplia as possibilidades de uso no campo Base da alimentação do brasileiro e parte de uma combinação perfeita com o arroz, o feijão é um item indispensável na culinária nacional. Mergulhado em caldo temperado, é tradição no cardápio de almoços e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De baixo custo e alta resistência, o cultivo se adapta a diversos solos e climas e amplia as possibilidades de uso no campo</p>



<p>Base da alimentação do brasileiro e parte de uma combinação perfeita com o arroz, o feijão é um item indispensável na culinária nacional. Mergulhado em caldo temperado, é tradição no cardápio de almoços e jantares em todo o país.</p>



<p>Contudo, existem muitos tipos do grão, e cada região tem o seu feijão de preferência. Também há feijões que, para além de compor a dieta humana, têm outras finalidades, o que dá aos produtores outras opções de geração de renda com o plantio.</p>



<p><strong>Por </strong>João Mathias<strong>— São Paulo</strong></p>



<p>Fonte: Globo Rural (02/05/2026)</p>
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		<title>Exportações de algodão em abril foram recorde para o mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao mesmo tempo, os preços internos continuam avançando Mesmo restando praticamente três meses para o encerramento do período de exportação de pluma colhida em 2025, o ritmo acelerado dos embarques brasileiros de algodão segue sustentando o mercado doméstico e aproxima o País de um novo recorde histórico de escoamento externo, afirma o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao mesmo tempo, os preços internos continuam avançando</p>



<p>Mesmo restando praticamente três meses para o encerramento do período de exportação de pluma colhida em 2025, o ritmo acelerado dos embarques brasileiros de algodão segue sustentando o mercado doméstico e aproxima o País de um novo recorde histórico de escoamento externo, afirma o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).</p>



<p>Em abril, o Brasil exportou 370,4 mil toneladas de algodão, volume 6,5% superior ao de março e expressivos 54,9% acima do registrado há um ano, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Trata-se do maior volume já embarcado para um mês de abril, ficando apenas 18% abaixo do recorde histórico mensal, de 452,5 mil toneladas, observado em dezembro de 2025. De acordo com o Cepea, o desempenho segue forte neste início de maio.</p>



<p><strong>Por </strong>Marcelo Beledeli<strong>— Porto Alegre</strong></p>



<p>Fonte: Globo Rural (13/05/2026)</p>
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		<title>Agro cresceu 11,7% e liderou avanço do PIB brasileiro em 2025, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:49:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi o maior avanço percentual entre os setores e componentes considerados na pesquisa. O Valor Adicionado da Agropecuária ao Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 11,7% em 2025, para R$ 775,3 bilhões, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (03/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o maior avanço percentual entre os setores e componentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Foi o maior avanço percentual entre os setores e componentes considerados na pesquisa.</h1>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p>O Valor Adicionado da Agropecuária ao Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 11,7% em 2025, para R$ 775,3 bilhões, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (03/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o maior avanço percentual entre os setores e componentes considerados na pesquisa. Todos os demais apresentaram crescimento abaixo de 3% no ano.</p>



<p>Segundo o IBGE, a variação do Valor Adicionado da Agropecuária no ano decorreu, principalmente,&nbsp;do crescimento da produção e da produtividade na agricultura.</p>



<p>O instituto destacou o&nbsp;crescimento de 23,6% da produção de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/milho/">milho</a>&nbsp;em 2025, de 14,6% da produção de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/soja/">soja</a>, “recordes” na série histórica, conforme o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE). O IBGE também chamou atenção para a contribuição positiva da pecuária no ano passado.</p>



<p>Fonte: Redação Globo Rural (03/03/2026)</p>
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		<title>Abate de gado orgânico e sustentável de MS registrou crescimento de 12% em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:39:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Volume foi puxado principalmente pelo maior engajamento dos produtores inseridos no programa estadual de incentivo fiscal O abate de bovinos criados com certificação orgânica ou sustentável no Mato Grosso do Sul registrou crescimento de 12% em 2025, para 205,9 mil cabeças, impulsionado pelo maior engajamento dos produtores no programa estadual de incentivo fiscal, segundo Guilherme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Volume foi puxado principalmente pelo maior engajamento dos produtores inseridos no programa estadual de incentivo fiscal</strong></p>



<p>O abate de bovinos criados com certificação orgânica ou sustentável no Mato Grosso do Sul registrou crescimento de 12% em 2025, para 205,9 mil cabeças, impulsionado pelo maior engajamento dos produtores no programa estadual de incentivo fiscal, segundo Guilherme de Oliveira, diretor executivo da Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO).</p>



<p>O crescimento fez com que esses abates representassem 5% de todos os animais abatidos no Estado.</p>



<p>“Eles [produtores] tiveram uma mudança de rumos dentro da propriedade, com muito descarte de matrizes para renovar a plantel. Isso já começou a aumentar um pouco o volume de abate, enquanto outros produtores fecharam o ciclo completo, aumentando também o volume de machos abatidos”, disse o presidente da ABPO.</p>



<p>Atualmente, 115 propriedades em Mato Grosso do Sul recebem incentivo fiscal por cumprirem uma série de requisitos socioambientais. Dentre as principais exigências estão a rastreabilidade, a alimentação dos animais com pastagens nativas do bioma Pantanal, a proibição do uso de antibióticos e outros promotores de crescimento.</p>



<p>Segundo a ABPO, houve um aumento de 7,5% dos abates de machos não castrados, para 95,2 mil animais. “É uma mudança de paradigma. Antigamente se trabalhava muito com os animais castrados para dar uma longevidade no período deles a pasto. Isso começou a ser repensado com número muito maior de machos inteiros aproveitando os hormônios naturais do animal para que ele produza mais carne”, afirmou Oliveira.</p>



<p>Os produtores enquadrados no programa de incentivo do Mato Grosso do Sul podem receber uma isenção de ICMS que pode chegar a 67% para gado orgânico e 50% para sustentável. Ao todo, R$ 24.744.048,41 foram pagos aos produtores enquadrados no programa. Em 2024, o abate de animais no Estado que recebem esse incentivo fiscal foi de 6,3%.</p>



<p>Segundo Oliveira, a ABPO está trabalhando com seus associados para aumentar o cumprimento das exigências socioambientais. Até 2025, era necessário cumprir pelo menos 50% dos critérios de exigibilidade. Para este ano, a previsão é que os pecuaristas sul-mato-grossenses precisem atender a 60% dos critérios. “Esse incentivo do governo do Estado já está pagando a implementação da rastreabilidade”, destaca Oliveira.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 23/01/2026)</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/juros-no-plano-safra-2425-veja-o-que-mudou-para-o-pronaf.ghtml?ref=SaibaMaisMidArticle_Globo_Rural"></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Indústria de insumos agrícolas bateu recorde no comércio exterior em 2025</title>
		<link>https://ddsindustrial.com.br/2026/01/23/cultivo-de-pitaia-comeca-a-crescer-em-manaus-fruta-na-regiao-e-mais-doce-diz-produtor-4-2-2-2-2-2-2-2-2-2-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:27:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Exportações do setor alcançaram a melhor marca em 14 anos, com US$ 976 milhões A indústria brasileira de insumos agrícolas bateu recorde em comércio exterior em 2025. A informação foi divulgada pelo CropData, portal de dados da CropLife Brasil. As exportações do setor alcançaram a melhor marca em 14 anos, com US$ 976 milhões, crescimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Exportações do setor alcançaram a melhor marca em 14 anos, com US$ 976 milhões</strong></p>



<p>A indústria brasileira de insumos agrícolas bateu recorde em comércio exterior em 2025. A informação foi divulgada pelo CropData, portal de dados da CropLife Brasil.</p>



<p>As exportações do setor alcançaram a melhor marca em 14 anos, com US$ 976 milhões, crescimento de 7% na comparação com 2024. Já as importações somaram US$ 14,3 bilhões em valor e mais de 1,8 milhão de toneladas em volume.</p>



<p>Entre os produtos importados, os defensivos químicos responderam por 96,3% do valor total, seguidos pelos biológicos (2,2%) e pelas sementes (1,5%). A China foi a principal origem desse montante, com US$ 6 bilhões. Em volume, as importações de defensivos químicos totalizaram 1,76 milhão de toneladas.</p>



<p>“No Brasil, observa-se uma tendência crescente de importação de produtos formulados genéricos, ou seja, desenvolvidos a partir de ingredientes ativos já registrados no país. Esses produtos têm ganhado espaço no campo, muito atraídos pelo preço mais competitivo e pela ampla disponibilidade”, afirma a gerente de Assuntos Econômicos da CropLife Brasil, Maria Xavier.</p>



<p>As exportações foram puxadas principalmente pelas vendas de defensivos químicos, que responderam por 63% do valor total exportado. As sementes representaram 27% e os bioinsumos, 7%.</p>



<p>A exportação de sementes somou US$ 262 milhões, maior patamar do último quinquênio. O desempenho é resultado da valorização dos preços médios dos grãos exportados pelo Brasil, uma vez que o volume de sementes vendidas apresentou retração em relação a 2024.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 21/01/2026)</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/juros-no-plano-safra-2425-veja-o-que-mudou-para-o-pronaf.ghtml?ref=SaibaMaisMidArticle_Globo_Rural"></a></p>
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		<item>
		<title>Custo de fertilizante nitrogenado renovável já é competitivo com o de origem fóssil, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa foi desenvolvida por think tank brasileiro e organização não-governamental norte-americana O custo para produzir fertilizantes nitrogenados com matérias-primas renováveis no Brasil já é muito similar ao da produção nacional com gás natural, de acordo com o estudo “Decarbonizing the Ammonia Fertilizer Supply Chain in Brazil”, desenvolvido pelo think tank brasileiro Instituto E+ Transição Energética e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pesquisa foi desenvolvida por think tank brasileiro e organização não-governamental norte-americana</strong></p>



<p>O custo para produzir fertilizantes nitrogenados com matérias-primas renováveis no Brasil já é muito similar ao da produção nacional com gás natural, de acordo com o estudo “Decarbonizing the Ammonia Fertilizer Supply Chain in Brazil”, desenvolvido pelo think tank brasileiro Instituto E+ Transição Energética e a organização não-governamental norte-americana Rocky Mountain Institute (RMI), que atua em mais de 50 países.</p>



<p>O documento considera a produção de nitrogenados utilizando biometano para produzir amônia, matéria-prima base desse tipo de fertilizante, além do uso de eletricidade gerada por fontes renováveis. O biometano é o gás obtido da purificação de outros gases gerados pela decomposição de matéria orgânica, como resíduos agrícolas &#8211; vinhaça a partir da cana-de-açúcar e dejetos de animais, por exemplo &#8211; e urbanos, e é um substituto do gás natural, de origem fóssil.</p>



<p>“Com abundância de vento, sol, biomassa e um mercado agrícola robusto, o país reúne condições únicas para desenvolver uma indústria doméstica de fertilizantes de baixo carbono, capaz de reduzir riscos, gerar competitividade e apoiar metas climáticas”, disse o especialista em combustíveis renováveis e fertilizantes do Instituto E+, Pedro Guedes, um dos autores do estudo, em nota.</p>



<p>O estudo compara custos de produção da chamada amônia verde, produzida com fontes renováveis, da amônia cinza, feita com gás natural, e a azul (gás natural com captura e armazenamento de carbono) no Brasil. Também se baseia em tecnologias já disponíveis e preços praticados ou potenciais.</p>



<p>O custo da amônia verde já seria competitivo com o da azul e da cinza no caso de projetos híbridos &#8211; quando há geração de energia elétrica dedicada no local de consumo, também conhecida como behind-the-meter, e conexão à rede nacional &#8211; em portos como Rio Grande (RS) e Pecém (CE).</p>



<p>A análise não compara o custo dos fertilizantes nacionais com os importados porque se orienta pelo Plano Nacional de Fertilizantes 2050, que busca a ampliação da produção nacional e a redução das emissões do setor, explica Guedes.</p>



<p>Hoje, 97% dos fertilizantes nitrogenados usados na agricultura brasileira são importados. O plano desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) prevê uma redução gradual desse volume, com aumento da produção nacional.</p>



<p>O estudo também destaca que com as plantas de fertilizantes nitrogenados já instaladas no Brasil e projetos anunciados e em desenvolvimento, o país teria capacidade instalada de 3,8 milhões de toneladas por ano, o suficiente para atender 45% da demanda projetada para 2050. Disso, 1,2 milhão de toneladas seriam provenientes de fontes de baixo carbono.</p>



<p>Os autores do trabalho lembram que a dependência do Brasil aos fertilizantes importados deixa a agricultura brasileira exposta a choques como os decorrentes da guerra na Ucrânia, que elevaram os preços do insumo globalmente em 2021 e 2022.</p>



<p>Para reduzir essa exposição e avançar em nitrogenados renováveis, os pesquisadores enfatizam a necessidade de ações em outras frentes, como visão estratégica e alinhamento de políticas na área, mobilização de investimentos, expansão de infraestrutura e ativação da demanda.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 22/01/2026)</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/juros-no-plano-safra-2425-veja-o-que-mudou-para-o-pronaf.ghtml?ref=SaibaMaisMidArticle_Globo_Rural"></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministro da Agricultura diz que há ‘expectativa positiva’ para assinatura de acordo Mercosul-UE no sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 13:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Parlamento Europeu tem analisado e votado propostas para aplicação de salvaguardas mais pesadas O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reforçou a &#8220;expectativa positiva&#8221; de que o acordo entre Mercosul e União Europeia será assinado no fim de semana. Ele admitiu a possibilidade de discussão de salvaguardas, tema que tem movimentado a parte europeia do tratado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Parlamento Europeu tem analisado e votado propostas para aplicação de salvaguardas mais pesadas</strong></p>



<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reforçou a &#8220;expectativa positiva&#8221; de que o acordo entre Mercosul e União Europeia será assinado no fim de semana. Ele admitiu a possibilidade de discussão de salvaguardas, tema que tem movimentado a parte europeia do tratado, e disse que o acordo pode ser aperfeiçoado gradativamente, à medida que for adotado e implementado pelos países.</p>



<p>Desde a semana passada, o Parlamento Europeu tem analisado e votado propostas para aplicação de salvaguardas mais pesadas, principalmente contra produtos do agronegócio, como a suspensão de benefícios tarifários se eles entenderem que há algum prejuízo aos setores de lá no comércio.</p>



<p>Fávaro disse que há uma &#8220;expectativa muito positiva&#8221; com a possível assinatura do acordo no próximo sábado (20/12), em Foz do Iguaçu (PR). França e Itália iniciaram uma nova ofensiva contra a medida.</p>



<p>Questionado sobre as novas resistências, Fávaro disse acreditar na conversa e no convencimento. &#8220;É com diálogo, com trabalho. A gente topa até discutir salvaguardas, mas não dá mais para esperar sem acordo firmado. Não adianta ficar procurando o acordo perfeito, por isso passa mais de 25 anos [de discussão], temos que implementar e, gradativamente, ir aperfeiçoando&#8221;, afirmou a jornalistas nesta segunda-feira.</p>



<p>Segundo Fávaro, é isso que o governo federal tem defendido nas negociações. &#8220;E tenho certeza que vai ser a saída encontrada&#8221;, completou.</p>



<p>A posição da Itália pode ser decisiva. Para bloquear o acordo, é necessário obter uma &#8220;minoria&#8221; formado por ao menos quatro países que representem 35% da população da União Europeia. A França sempre manteve sua posição contrária. Polônia e Hungria também defendem o adiamento da assinatura.</p>



<p><strong>México</strong></p>



<p>Fávaro afirmou também que a imposição de tarifas de importação pelo México não afetará os produtos da agropecuária brasileira. O tarifaço mexicano quer proteger, principalmente, a indústria local. Segundo a Confederação Nacional da Indústria do Brasil (CNI), o potencial de impacto sobre bens de transformação exportados para lá é de cerca de US$ 1,7 bilhão.</p>



<p>O ministro comentou que a articulação com os mexicanos é pela renovação do Pacic (Pacote Contra a Inflação e a Carestia), que prevê redução e isenção de tarifas sobre alimentos exportados pelo Brasil para lá.</p>



<p>&#8220;Nós preventivamente fizemos uma missão ao México, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, para renovar o Pacic, onde o Brasil é um grande parceiro e fornece produtos da agropecuária sem tarifas ou com tarifas reduzidas. Esse acordo foi firmado com o governo mexicano. Os projetos em discussão agora [para imposição de novas tarifas] não afetou nenhum produto da agropecuária brasileira&#8221;, disse a jornalistas.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 15/12/2025)</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/juros-no-plano-safra-2425-veja-o-que-mudou-para-o-pronaf.ghtml?ref=SaibaMaisMidArticle_Globo_Rural"></a></p>
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		<title>Gigantes do agro pretendem aumentar investimentos em 2026</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:25:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pesquisa realizada durante o “Melhores do Agronegócio” revela que 41,3% dos executivos devem ampliar os desembolsos na atividade Após um ano conturbado no cenário geopolítico, sob os efeitos do tarifaço que os Estados Unidos impuseram ao Brasil, as maiores empresas do agro nacional pretendem aumentar seus investimentos em 2026. Em enquete realizada na entrega dos [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Pesquisa realizada durante o “Melhores do Agronegócio” revela que 41,3% dos executivos devem ampliar os desembolsos na atividade</strong></p>



<p>Após um ano conturbado no cenário geopolítico, sob os efeitos do tarifaço que os Estados Unidos impuseram ao Brasil, as maiores empresas do agro nacional pretendem aumentar seus investimentos em 2026.</p>



<p>Em enquete realizada na entrega dos prêmios da 21ª edição do “Melhores do Agronegócio”, na segunda-feira (24/11), em São Paulo, 41,3% dos executivos responderam que pretendem investir mais em 2026 do que em 2025.</p>



<p>Outros 31,3% afirmaram que suas empresas repetirão o montante dos desembolsos que farão neste ano, e 27,4%, que reduzirão os aportes.</p>



<p>A perspectiva de ampliação dos investimentos deve-se, em parte, à leitura de que os juros vão cair. Dos participantes, 43,6% apostaram que a taxa Selic, que está hoje em 15%, encerrará 2026 na faixa entre 13% e 14%, e 16,8% projetaram um corte ainda mais acentuado, para 12%.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 26/11/2025)</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/juros-no-plano-safra-2425-veja-o-que-mudou-para-o-pronaf.ghtml?ref=SaibaMaisMidArticle_Globo_Rural"></a></p>
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		<title>Soja volta a subir e ensaia movimento de alta no fim do mês</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 13:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Saca teve mais uma dia de valorização no mercado interno A soja voltou a registrar nova alta no mercado interno, mas ainda parece estar distante de um movimento de consolidação. Segundo levantamento da AgRural, a saca no porto de Paranaguá (PR) subiu R$ 0,50 nesta terça-feira (25/11), para R$ 141,50, a segunda alta consecutiva. Ariel [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Saca teve mais uma dia de valorização no mercado interno</strong></p>



<p>A soja voltou a registrar nova alta no mercado interno, mas ainda parece estar distante de um movimento de consolidação. Segundo levantamento da AgRural, a saca no porto de Paranaguá (PR) subiu R$ 0,50 nesta terça-feira (25/11), para R$ 141,50, a segunda alta consecutiva.</p>



<p>Ariel Nunes, especialista em commodities da Grand Center, destaca que historicamente os preços da soja ensaiam valorização no fim de novembro. Ele pontua, no entanto, que essa é uma movimentação pontual, sem forças para se estender por um longo período.</p>



<p>Ariel Nunes, especialista em commodities da Grand Center, destaca que historicamente os preços da soja ensaiam valorização no fim de novembro. Ele pontua, no entanto, que essa é uma movimentação pontual, sem forças para se estender por um longo período.</p>



<p>Na bolsa de Chicago, o preço ficou praticamente estável pelo segundo dia consecutivo. Os lotes da soja para janeiro subiram apenas 0,13%, para US$ 11,2475 o bushel.</p>



<p>Em outras praças monitoradas pela AgRural, destaque para a alta da soja em Cascavel (PR), que foi cotada a R$ 131,50. Em Primavera do Leste (MT), a saca encerrou o dia cotada a R$ 124,50. Em Luís Eduardo Magalhães (BA), a saca foi negociada a R$ 128,50.</p>



<p>(Fonte: Revista Globo Rural – 26/11/2025)</p>



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