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	<title>DDS Industrial</title>
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	<title>DDS Industrial</title>
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		<title>IBGE aumenta a previsão para a safra de grãos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:55:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em relação a 2025, estimativa é de uma alta de 1,2%, ou 4,3 milhões de toneladas a mais O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reviu em 0,5% para cima sua previsão para a safra de 2026 no resultado de maio. O aumento corresponde a uma diferença de 1,7 milhão de toneladas ante a [&#8230;]]]></description>
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<p>Em relação a 2025, estimativa é de uma alta de 1,2%, ou 4,3 milhões de toneladas a mais</p>



<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reviu em 0,5% para cima sua previsão para a safra de 2026 no resultado de maio. O aumento corresponde a uma diferença de 1,7 milhão de toneladas ante a previsão de abril, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA).</p>



<p>Em relação a 2025, a previsão representa uma alta de 1,2%, ou 4,3 milhões de toneladas a mais. A safra brasileira vai alcançar, portanto, 350,4 milhões de toneladas em 2026.</p>



<p></p>



<p>Fonte: Globo Rural por Lucianne Carneiro. 15/06/2026</p>
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		<title>Condições climáticas favorecem plantio do trigo no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Umidade do solo contribui para a germinação uniforme das sementes O clima vem viabilizando o rápido avanço do semeadura de trigo em território nacional, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). As boas condições de umidade do solo contribuem para a germinação uniforme das sementes. Conforme dados divulgados pela Companhia Nacional de [&#8230;]]]></description>
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<p>Umidade do solo contribui para a germinação uniforme das sementes</p>



<p>O clima vem viabilizando o rápido avanço do semeadura de trigo em território nacional, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). As boas condições de umidade do solo contribuem para a germinação uniforme das sementes.</p>



<p>Conforme dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em 1º de junho o plantio alcançava 41,1% da área destinada à cultura no País e já havia sido finalizado em São Paulo e em Mato Grosso do Sul. No Paraná, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), até 1º de junho, 67% da área destinada ao trigo já havia sido plantada, com os trabalhos concluídos em diversas regiões.</p>



<p></p>



<p>Fonte: Globo Rural por Marcelo Beledeli. 15/05/2026</p>
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		<title>União Europeia amplia participação nas compras de café do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há expectativa no setor que o acordo Mercosul-UE, que entrou em vigor neste mês, possa beneficiar os exportadores brasileiros do grão A União Europeia ampliou sua participação nas compras de café do Brasil no acumulado de janeiro a abril. E essa participação pode ter um novo impulso com a entrada da safra de café arábica, [&#8230;]]]></description>
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<p>Há expectativa no setor que o acordo Mercosul-UE, que entrou em vigor neste mês, possa beneficiar os exportadores brasileiros do grão</p>



<p>A União Europeia ampliou sua participação nas compras de café do Brasil no acumulado de janeiro a abril. E essa participação pode ter um novo impulso com a entrada da safra de café arábica, cuja colheita ganha força em julho, de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).</p>



<p>No acumulado de janeiro a abril, os embarques para a União Europeia somaram 5,48 milhões de sacas de 60 quilos. O volume representou uma queda de 6,6% em relação ao primeiro quadrimestre de 2025, queda associada à pouca disponibilidade de café. Ainda assim, o bloco respondeu por 47,1% dos embarques brasileiros do grão, contra 42,4% no mesmo período de 2025.</p>



<p><strong>Por </strong>Cibelle Bouças<strong>— Belo Horizonte</strong></p>



<p>Fonte: Globo Rural (12/05/2026)</p>
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		<title>Grão multifuncional: feijão-de-porco ganha espaço no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[De baixo custo e alta resistência, o cultivo se adapta a diversos solos e climas e amplia as possibilidades de uso no campo Base da alimentação do brasileiro e parte de uma combinação perfeita com o arroz, o feijão é um item indispensável na culinária nacional. Mergulhado em caldo temperado, é tradição no cardápio de almoços e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De baixo custo e alta resistência, o cultivo se adapta a diversos solos e climas e amplia as possibilidades de uso no campo</p>



<p>Base da alimentação do brasileiro e parte de uma combinação perfeita com o arroz, o feijão é um item indispensável na culinária nacional. Mergulhado em caldo temperado, é tradição no cardápio de almoços e jantares em todo o país.</p>



<p>Contudo, existem muitos tipos do grão, e cada região tem o seu feijão de preferência. Também há feijões que, para além de compor a dieta humana, têm outras finalidades, o que dá aos produtores outras opções de geração de renda com o plantio.</p>



<p><strong>Por </strong>João Mathias<strong>— São Paulo</strong></p>



<p>Fonte: Globo Rural (02/05/2026)</p>
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		<title>Exportações de algodão em abril foram recorde para o mês</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao mesmo tempo, os preços internos continuam avançando Mesmo restando praticamente três meses para o encerramento do período de exportação de pluma colhida em 2025, o ritmo acelerado dos embarques brasileiros de algodão segue sustentando o mercado doméstico e aproxima o País de um novo recorde histórico de escoamento externo, afirma o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao mesmo tempo, os preços internos continuam avançando</p>



<p>Mesmo restando praticamente três meses para o encerramento do período de exportação de pluma colhida em 2025, o ritmo acelerado dos embarques brasileiros de algodão segue sustentando o mercado doméstico e aproxima o País de um novo recorde histórico de escoamento externo, afirma o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).</p>



<p>Em abril, o Brasil exportou 370,4 mil toneladas de algodão, volume 6,5% superior ao de março e expressivos 54,9% acima do registrado há um ano, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Trata-se do maior volume já embarcado para um mês de abril, ficando apenas 18% abaixo do recorde histórico mensal, de 452,5 mil toneladas, observado em dezembro de 2025. De acordo com o Cepea, o desempenho segue forte neste início de maio.</p>



<p><strong>Por </strong>Marcelo Beledeli<strong>— Porto Alegre</strong></p>



<p>Fonte: Globo Rural (13/05/2026)</p>
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		<title>Agro cresceu 11,7% e liderou avanço do PIB brasileiro em 2025, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:49:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi o maior avanço percentual entre os setores e componentes considerados na pesquisa. O Valor Adicionado da Agropecuária ao Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 11,7% em 2025, para R$ 775,3 bilhões, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (03/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o maior avanço percentual entre os setores e componentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Foi o maior avanço percentual entre os setores e componentes considerados na pesquisa.</h1>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p>O Valor Adicionado da Agropecuária ao Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 11,7% em 2025, para R$ 775,3 bilhões, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (03/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o maior avanço percentual entre os setores e componentes considerados na pesquisa. Todos os demais apresentaram crescimento abaixo de 3% no ano.</p>



<p>Segundo o IBGE, a variação do Valor Adicionado da Agropecuária no ano decorreu, principalmente,&nbsp;do crescimento da produção e da produtividade na agricultura.</p>



<p>O instituto destacou o&nbsp;crescimento de 23,6% da produção de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/milho/">milho</a>&nbsp;em 2025, de 14,6% da produção de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/soja/">soja</a>, “recordes” na série histórica, conforme o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE). O IBGE também chamou atenção para a contribuição positiva da pecuária no ano passado.</p>



<p>Fonte: Redação Globo Rural (03/03/2026)</p>
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		<title>Abate de gado orgânico e sustentável de MS registrou crescimento de 12% em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:39:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Volume foi puxado principalmente pelo maior engajamento dos produtores inseridos no programa estadual de incentivo fiscal O abate de bovinos criados com certificação orgânica ou sustentável no Mato Grosso do Sul registrou crescimento de 12% em 2025, para 205,9 mil cabeças, impulsionado pelo maior engajamento dos produtores no programa estadual de incentivo fiscal, segundo Guilherme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Volume foi puxado principalmente pelo maior engajamento dos produtores inseridos no programa estadual de incentivo fiscal</strong></p>



<p>O abate de bovinos criados com certificação orgânica ou sustentável no Mato Grosso do Sul registrou crescimento de 12% em 2025, para 205,9 mil cabeças, impulsionado pelo maior engajamento dos produtores no programa estadual de incentivo fiscal, segundo Guilherme de Oliveira, diretor executivo da Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO).</p>



<p>O crescimento fez com que esses abates representassem 5% de todos os animais abatidos no Estado.</p>



<p>“Eles [produtores] tiveram uma mudança de rumos dentro da propriedade, com muito descarte de matrizes para renovar a plantel. Isso já começou a aumentar um pouco o volume de abate, enquanto outros produtores fecharam o ciclo completo, aumentando também o volume de machos abatidos”, disse o presidente da ABPO.</p>



<p>Atualmente, 115 propriedades em Mato Grosso do Sul recebem incentivo fiscal por cumprirem uma série de requisitos socioambientais. Dentre as principais exigências estão a rastreabilidade, a alimentação dos animais com pastagens nativas do bioma Pantanal, a proibição do uso de antibióticos e outros promotores de crescimento.</p>



<p>Segundo a ABPO, houve um aumento de 7,5% dos abates de machos não castrados, para 95,2 mil animais. “É uma mudança de paradigma. Antigamente se trabalhava muito com os animais castrados para dar uma longevidade no período deles a pasto. Isso começou a ser repensado com número muito maior de machos inteiros aproveitando os hormônios naturais do animal para que ele produza mais carne”, afirmou Oliveira.</p>



<p>Os produtores enquadrados no programa de incentivo do Mato Grosso do Sul podem receber uma isenção de ICMS que pode chegar a 67% para gado orgânico e 50% para sustentável. Ao todo, R$ 24.744.048,41 foram pagos aos produtores enquadrados no programa. Em 2024, o abate de animais no Estado que recebem esse incentivo fiscal foi de 6,3%.</p>



<p>Segundo Oliveira, a ABPO está trabalhando com seus associados para aumentar o cumprimento das exigências socioambientais. Até 2025, era necessário cumprir pelo menos 50% dos critérios de exigibilidade. Para este ano, a previsão é que os pecuaristas sul-mato-grossenses precisem atender a 60% dos critérios. “Esse incentivo do governo do Estado já está pagando a implementação da rastreabilidade”, destaca Oliveira.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 23/01/2026)</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/juros-no-plano-safra-2425-veja-o-que-mudou-para-o-pronaf.ghtml?ref=SaibaMaisMidArticle_Globo_Rural"></a></p>
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		<item>
		<title>Indústria de insumos agrícolas bateu recorde no comércio exterior em 2025</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:27:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exportações do setor alcançaram a melhor marca em 14 anos, com US$ 976 milhões A indústria brasileira de insumos agrícolas bateu recorde em comércio exterior em 2025. A informação foi divulgada pelo CropData, portal de dados da CropLife Brasil. As exportações do setor alcançaram a melhor marca em 14 anos, com US$ 976 milhões, crescimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Exportações do setor alcançaram a melhor marca em 14 anos, com US$ 976 milhões</strong></p>



<p>A indústria brasileira de insumos agrícolas bateu recorde em comércio exterior em 2025. A informação foi divulgada pelo CropData, portal de dados da CropLife Brasil.</p>



<p>As exportações do setor alcançaram a melhor marca em 14 anos, com US$ 976 milhões, crescimento de 7% na comparação com 2024. Já as importações somaram US$ 14,3 bilhões em valor e mais de 1,8 milhão de toneladas em volume.</p>



<p>Entre os produtos importados, os defensivos químicos responderam por 96,3% do valor total, seguidos pelos biológicos (2,2%) e pelas sementes (1,5%). A China foi a principal origem desse montante, com US$ 6 bilhões. Em volume, as importações de defensivos químicos totalizaram 1,76 milhão de toneladas.</p>



<p>“No Brasil, observa-se uma tendência crescente de importação de produtos formulados genéricos, ou seja, desenvolvidos a partir de ingredientes ativos já registrados no país. Esses produtos têm ganhado espaço no campo, muito atraídos pelo preço mais competitivo e pela ampla disponibilidade”, afirma a gerente de Assuntos Econômicos da CropLife Brasil, Maria Xavier.</p>



<p>As exportações foram puxadas principalmente pelas vendas de defensivos químicos, que responderam por 63% do valor total exportado. As sementes representaram 27% e os bioinsumos, 7%.</p>



<p>A exportação de sementes somou US$ 262 milhões, maior patamar do último quinquênio. O desempenho é resultado da valorização dos preços médios dos grãos exportados pelo Brasil, uma vez que o volume de sementes vendidas apresentou retração em relação a 2024.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 21/01/2026)</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/juros-no-plano-safra-2425-veja-o-que-mudou-para-o-pronaf.ghtml?ref=SaibaMaisMidArticle_Globo_Rural"></a></p>
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		<title>Custo de fertilizante nitrogenado renovável já é competitivo com o de origem fóssil, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin.dds]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 19:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa foi desenvolvida por think tank brasileiro e organização não-governamental norte-americana O custo para produzir fertilizantes nitrogenados com matérias-primas renováveis no Brasil já é muito similar ao da produção nacional com gás natural, de acordo com o estudo “Decarbonizing the Ammonia Fertilizer Supply Chain in Brazil”, desenvolvido pelo think tank brasileiro Instituto E+ Transição Energética e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pesquisa foi desenvolvida por think tank brasileiro e organização não-governamental norte-americana</strong></p>



<p>O custo para produzir fertilizantes nitrogenados com matérias-primas renováveis no Brasil já é muito similar ao da produção nacional com gás natural, de acordo com o estudo “Decarbonizing the Ammonia Fertilizer Supply Chain in Brazil”, desenvolvido pelo think tank brasileiro Instituto E+ Transição Energética e a organização não-governamental norte-americana Rocky Mountain Institute (RMI), que atua em mais de 50 países.</p>



<p>O documento considera a produção de nitrogenados utilizando biometano para produzir amônia, matéria-prima base desse tipo de fertilizante, além do uso de eletricidade gerada por fontes renováveis. O biometano é o gás obtido da purificação de outros gases gerados pela decomposição de matéria orgânica, como resíduos agrícolas &#8211; vinhaça a partir da cana-de-açúcar e dejetos de animais, por exemplo &#8211; e urbanos, e é um substituto do gás natural, de origem fóssil.</p>



<p>“Com abundância de vento, sol, biomassa e um mercado agrícola robusto, o país reúne condições únicas para desenvolver uma indústria doméstica de fertilizantes de baixo carbono, capaz de reduzir riscos, gerar competitividade e apoiar metas climáticas”, disse o especialista em combustíveis renováveis e fertilizantes do Instituto E+, Pedro Guedes, um dos autores do estudo, em nota.</p>



<p>O estudo compara custos de produção da chamada amônia verde, produzida com fontes renováveis, da amônia cinza, feita com gás natural, e a azul (gás natural com captura e armazenamento de carbono) no Brasil. Também se baseia em tecnologias já disponíveis e preços praticados ou potenciais.</p>



<p>O custo da amônia verde já seria competitivo com o da azul e da cinza no caso de projetos híbridos &#8211; quando há geração de energia elétrica dedicada no local de consumo, também conhecida como behind-the-meter, e conexão à rede nacional &#8211; em portos como Rio Grande (RS) e Pecém (CE).</p>



<p>A análise não compara o custo dos fertilizantes nacionais com os importados porque se orienta pelo Plano Nacional de Fertilizantes 2050, que busca a ampliação da produção nacional e a redução das emissões do setor, explica Guedes.</p>



<p>Hoje, 97% dos fertilizantes nitrogenados usados na agricultura brasileira são importados. O plano desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) prevê uma redução gradual desse volume, com aumento da produção nacional.</p>



<p>O estudo também destaca que com as plantas de fertilizantes nitrogenados já instaladas no Brasil e projetos anunciados e em desenvolvimento, o país teria capacidade instalada de 3,8 milhões de toneladas por ano, o suficiente para atender 45% da demanda projetada para 2050. Disso, 1,2 milhão de toneladas seriam provenientes de fontes de baixo carbono.</p>



<p>Os autores do trabalho lembram que a dependência do Brasil aos fertilizantes importados deixa a agricultura brasileira exposta a choques como os decorrentes da guerra na Ucrânia, que elevaram os preços do insumo globalmente em 2021 e 2022.</p>



<p>Para reduzir essa exposição e avançar em nitrogenados renováveis, os pesquisadores enfatizam a necessidade de ações em outras frentes, como visão estratégica e alinhamento de políticas na área, mobilização de investimentos, expansão de infraestrutura e ativação da demanda.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 22/01/2026)</p>



<p><a href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/juros-no-plano-safra-2425-veja-o-que-mudou-para-o-pronaf.ghtml?ref=SaibaMaisMidArticle_Globo_Rural"></a></p>
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		<title>Ministro da Agricultura diz que há ‘expectativa positiva’ para assinatura de acordo Mercosul-UE no sábado</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 13:25:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parlamento Europeu tem analisado e votado propostas para aplicação de salvaguardas mais pesadas O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reforçou a &#8220;expectativa positiva&#8221; de que o acordo entre Mercosul e União Europeia será assinado no fim de semana. Ele admitiu a possibilidade de discussão de salvaguardas, tema que tem movimentado a parte europeia do tratado, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Parlamento Europeu tem analisado e votado propostas para aplicação de salvaguardas mais pesadas</strong></p>



<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reforçou a &#8220;expectativa positiva&#8221; de que o acordo entre Mercosul e União Europeia será assinado no fim de semana. Ele admitiu a possibilidade de discussão de salvaguardas, tema que tem movimentado a parte europeia do tratado, e disse que o acordo pode ser aperfeiçoado gradativamente, à medida que for adotado e implementado pelos países.</p>



<p>Desde a semana passada, o Parlamento Europeu tem analisado e votado propostas para aplicação de salvaguardas mais pesadas, principalmente contra produtos do agronegócio, como a suspensão de benefícios tarifários se eles entenderem que há algum prejuízo aos setores de lá no comércio.</p>



<p>Fávaro disse que há uma &#8220;expectativa muito positiva&#8221; com a possível assinatura do acordo no próximo sábado (20/12), em Foz do Iguaçu (PR). França e Itália iniciaram uma nova ofensiva contra a medida.</p>



<p>Questionado sobre as novas resistências, Fávaro disse acreditar na conversa e no convencimento. &#8220;É com diálogo, com trabalho. A gente topa até discutir salvaguardas, mas não dá mais para esperar sem acordo firmado. Não adianta ficar procurando o acordo perfeito, por isso passa mais de 25 anos [de discussão], temos que implementar e, gradativamente, ir aperfeiçoando&#8221;, afirmou a jornalistas nesta segunda-feira.</p>



<p>Segundo Fávaro, é isso que o governo federal tem defendido nas negociações. &#8220;E tenho certeza que vai ser a saída encontrada&#8221;, completou.</p>



<p>A posição da Itália pode ser decisiva. Para bloquear o acordo, é necessário obter uma &#8220;minoria&#8221; formado por ao menos quatro países que representem 35% da população da União Europeia. A França sempre manteve sua posição contrária. Polônia e Hungria também defendem o adiamento da assinatura.</p>



<p><strong>México</strong></p>



<p>Fávaro afirmou também que a imposição de tarifas de importação pelo México não afetará os produtos da agropecuária brasileira. O tarifaço mexicano quer proteger, principalmente, a indústria local. Segundo a Confederação Nacional da Indústria do Brasil (CNI), o potencial de impacto sobre bens de transformação exportados para lá é de cerca de US$ 1,7 bilhão.</p>



<p>O ministro comentou que a articulação com os mexicanos é pela renovação do Pacic (Pacote Contra a Inflação e a Carestia), que prevê redução e isenção de tarifas sobre alimentos exportados pelo Brasil para lá.</p>



<p>&#8220;Nós preventivamente fizemos uma missão ao México, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, para renovar o Pacic, onde o Brasil é um grande parceiro e fornece produtos da agropecuária sem tarifas ou com tarifas reduzidas. Esse acordo foi firmado com o governo mexicano. Os projetos em discussão agora [para imposição de novas tarifas] não afetou nenhum produto da agropecuária brasileira&#8221;, disse a jornalistas.</p>



<p>(Fonte: Redação Globo Rural – 15/12/2025)</p>



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